Foi hoje o funeral do João Nascimento. Não falávamos há algum tempo e soube da sua doença por um ainda amigo comum. O João era uma pessoa luminosa e generosa, um ironista talentoso e um artista cosmopolita. Passámos, ele, eu e outras pessoas que entretanto se afastaram, momentos de grande alegria indefinida e de cumplicidades que pareciam durar infinitamente. Não foi assim. Esses tempos felizes não voltam mais. E nenhum de nós deve regozijar-se com isso. Até sempre, João, num petisco na Trafaria ou num copo no Bairro Alto. Até sempre.
1 comentário:
Não há nada mais triste do que a morte.
É irreversível.
Gostava muito de quando eu morrer, alguém escrever isto sobre mim.
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