
Estava a observar o dr. Rui Machete no parlamento e ocorreu-me, ainda no lastro do "5 de Outubro", a definição de Guerra Junqueiro sobre Bernardino Machado: "pode passar-lhe um cilindro de estrada por cima que ele levanta-se logo, todo lépido, a tirar o chapéu.» De "borracha", em suma. Quanto aos transportes do ministro em matéria de "negócios estrangeiros", qualquer imberbe candidato à carreira diplomática não diria melhor.
7 comentários:
Caríssimo, Rui Machete será de borracha: sim, mas vulcanizada...
Ouvi o senhor o que, diga-se, foi um esforço e tanto.
Borracha e lata são substantivos que lhe cabem; mas ficou-me uma angústia: a certa altura, para ancorar a sua sabedoria e probidade, o senhor invocou a sua qualidade de docente.
Fica-me, pois, um pedido: quem me pode dar nota da obra deste senhor? Não precisa de ter o brilho de um Marcello Caetano, a densidade de um Canotilho, a honestidade de um Jorge Miranda, a clareza de um Freitas do Amaral ou até a ligeireza de um Rebelo de Sousa.
Três livros. A penas três obras de Machete.
Haja alguém que me ilumine as trevas, por favor.
Bom dia,
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Cumprimentos,
Ana Barrela - Portal SAPO
Caríssimo, Rui Machete será de borracha:sim, não vulcanizada, mas latex...
O que mais gosto em Rui Machete são os óculos á BPN
Vejam o modelo no blog
http://eu-calipto.blogs.sapo.pt/122635.html
Acho uma perda de tempo comentar a qualidade da borracha do Rui. Não me parece relevante se é latex ou vulcanizada. Nada disto contribui para a imagem dew Portugal no Mundo e em concreto em Angola. Assim, acho que seria preferível considerar o Sr. Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros como um simples idiota, sem mais comparações e sem mais perdas de tempo e paciiência que tanta falta nos fazem.
É verdade que o Parlamento é o que é e os deputados o que são. Mas o total desrespeito do ministro pelos membros da comissão até a mim me agonia.
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