8.10.13

O "choque"

O primeiro-ministro não quer que se fale nos "cortes" previstos para o OE 2014 não vá a coisa provocar um "choque de expectativas" nos mercados e nos "agentes económicos". Aparentemente o primeiro-ministro - que demonstra a "sensibilidade social" de uma automotora - não está preocupado com o "fundo" das medidas que se preparam as quais, a avaliar pelo que se sabe, visam mais os mesmos, restringem, por consequência, a procura e o consumo interno e não melhoram as "expectativas" de quem quer que seja. Até porque a carga fiscal continuará a cair com a brutalidade habitual em cima de toda a gente - famílias, pessoas sem família e empresas. O primeiro-ministo anda a precisar de um "choque de realidade" (já que ele persiste em fazer de conta que não houve um acto eleitoral intercalar) antes que a sua realidade  privativa dê cabo de todos. A começar por ele.

1 comentário:

A fonte disse...

Afinal é um 2 em 1?!!
http://i.imgur.com/ZjmdpvF.jpg