15.10.13

Um limite misericordioso

Na penúltima aparição em registo de conferência de imprensa unipessoal com figurantes, o senhor vice PM anunciou uma taxa sobre o empório da electricidade, vulgo edp, e, desde crédulos a reputados amigos de Peniche, juraram pela não repercussão disso sobre os consumidores. Todavia, o inefável dr. Catroga avisou imediatamente que o governo, ao avançar com a referida taxa, teria "vendido" gato por lebre no lance luso-chinês que envolveu a edp. Agora a ERSE vem "recomendar" o aumento do preço da electricidade junto do consumidor no lustroso "pacote de ajustamento" que se prepara para 2014. Não haverá um módico de decência que coloque um limite misericordioso a isto tudo?

2 comentários:

João Vargas Moniz disse...

Catroga-ERSE, a mesma luta.
E pagaremos tudo o mais, como o imposto sobre a banca e a taxa da TV. Mais um adicional pelo oxigénio, um imposto sobre pianos e pianolas e um adicional sobre violinos.
Ficam isentas as cassettes, grafonolas e outros meios irrevogavelmente palradores, para as picaretas que nos esmagam a paciència (esás perdoado, Guterres).
Seriamente, pergunto-me que noção terá esta gente de conceitos básicos, como ética e equidade.
É que construíram um dicionário de sinónimos tão estranho, que até o irrevogável se revoga.

amendes disse...

Os chinocas consideram Portugal uma das muitas lojas dos 300 que tem espalhado por este Portugal e pelo mundo fora... O Chin Catrogin não nos conta bem a "estória": - Os chinocas, em contrapartida à compra das acções comprometeram-se a investir 100 milhões de euros no desenvolvimento e fabrico de torres eólicas... Agora, já avisaram que, devido à situação do mercado nacional /internacional não é oportuno tal investimento...

Submarinos... Pandures... Eólicas... temos azar com as contrapartidas!!!!
Conclusão:- O nosso azar é a sorte de muitos!