17.10.13

Pior é sempre possível


 


O orçamento para 2014 prevê um crescimento do consumo privado da ordem dos 0,1%. Nem o sucessor do "soldado leal e disciplinado" acredita nisto quanto mais o comum mortal português. Por outro lado, até o mais dedicado beato português depois do desaparecimento da Irmã Lúcia, já não acredita em milagres. Mas não convém dar nada nem ninguém por adquirido ou o seu oposto. A versão cucaracha da bandeira nacional é apenas mais um "sinal". O nosso insondável MNE é outro. E o dr. Rosalino um ainda maior pois conseguiu "explicar" no parlamento diferentemente, e "mais longe", do que o vice PM tinha "explicado" em matéria de pensões de sobrevivência. Do infeliz do prof. Crato nem vale a pena falar. Pior é sempre possível.


 


Foto: i

4 comentários:

João Vargas Moniz disse...

Verdade.
Ainda que nunca se tivesse imaginado tamanha humilhação nacional. Nacional, ou seja, da Nação, no sentido que dantes lhe era atribuído.
É que o enxovalho diário não é do Estado, é da Nação (será que ainda se conseguem entender os conceitos?)

npcmarques disse...

"versão cucaracha"???!!!!

AHAHAHAHAHAHAHAH!!!!!!

...e é verdade, pior é sempre possível. Mesmo para quem ache que está bem, basta imaginar a tralha socialista que se aproxima. Até o taumaturgo Sócrates se perfila para ferrar o seu.

Zephyrus disse...

A entrevista da Exame a Pires de Lima e o tratamento dado pela comunicação social àquele que se intitula como um «soldado fiel» diz muito sobre a quinta. Que se compare com o tratamento dado a Álvaro dos Santos Pereira. De facto, isto está bom para emigrar. Sempre esteve.

João Vargas Moniz disse...

Sejamos grossos e claros.
Para aqueles que engravidam da Pátria - não é o meu caso - não se entende que suportem, em nome da real poilitk, afrontas ao que consideram ser os sagrados símbolos.
Que Sua Excelência se sujeite a ficar ao lado de uma bandeira de refugo, em nome de sabe Deus o quê, diz dos valores que se praticam.
Não dos que se apregoam, que são muitos, mas dos que se praticam e, pelo que se vê, são poucos e transacionáveis.
Não valerá muito a pena desvalorizar o caso. A retórica tem uma imaginação inesgotável.
Pessoalmente, diz-me pouco. Mas cresci e fui educado num culto que não transigia - e, meu Deus, que preço pagámos todos por isso! - sem cedências, sem favores, sem qualquer tipo de condescendência.
Então, a Pátria (e a bandeira, como um dos seis primeiros símbolos) não se discutia.
Este caso é, apenas, mias um enxovalho. Lamentável, mas um enxovalho.
Talvez o senhor Vice Primeiro Ministro, o primeiro dos patriotas, tenho algo a dizer.
Mas aposto que não.
E mesmo que diga, poderá dizer hoje para revogar amanhã.