29.10.13

O interregno das Necessidades

Não deixa de ser triste assistir às prestações públicas do dr. Rui Machete enquanto MNE. Sobretudo porque nem o homem, nem o jurista, tinha a menor necessidade de as perpetrar. Afirmar perante os indiferentes parlamentares da maioria que a nossa "aventura" colonial acabou no século XIX, vindo especialmente de um ministro responsável pela diplomacia nacional, não constitui uma mera gaffe. Machete não merecia esta infelicidade permanente em que se transformou o seu tortuoso desempenho como MNE. E o país ainda menos.

1 comentário:

João Vargas Moniz disse...

Em extraordinária coincidência, vem anunciar-se o arquivamento do famigerado processo há 3 meses.
Se assim houvera sido, Machete escusava de ter adicionado mais um "grande momento" à sua brilhante folha de serviços
Mas considerndo o país que somos, em que tudo, justiça incluída, é uma coisa em forma de assim, não acredito.
É o estado a que chegámos, e este não se reforma...