Simpatizo com o jornalista Francisco Almeida Leite que, entre outras qualidades em desuso, é amigo do seu amigo. Todavia nunca cheguei a entender o que é que especialmente o recomendava para, primeiro, vogal do Instituto Camões e, a seguir, secretário de Estado no MNE. Talvez a chamada "lusofonia" já que viajou, nesta derradeira qualidade, várias vezes para África em representação do dr. Portas. Alguns ex-colegas de Almeida Leite, no Diário de Notícias, que aceitaram colaborar com o Governo e que, como ele, sempre estiveram ao lado do actual 1º ministro muito antes de ele sonhar ser 1º ministro, encontram-se presentemente no desemprego. E, que eu saiba, não sofrem de nenhuma capitis diminutio à semelhança de Almeida Leite. É que só mesmo um misto de "lusofonia" - uma coisa com as costas mais largas que as do eng. Moreira da Silva - com o de ser amigo do seu amigo, poderá "justificar" esta escolha para vogal de um tal "banco de desenvolvimento SOFID". As coisas são o que são.
2 comentários:
João, porque sou do milieu, estas coisas interessam-me.
Alguns ex-colegas de Almeida Leite, no Diário de Notícias, que aceitaram colaborar com o Governo e que, como ele, sempre estiveram ao lado do actual 1º ministro muito antes de ele sonhar ser 1º ministro, encontram-se presentemente no desemprego"
O Marcelino é o executor-mor?
Nunca percebi estas coisas na coutada do amigo Joaquim. Já no plano do JN/Porto, abarcando O Jogo, fiquei perplexo.
A mim incomoda-me, também, muito que seja sequer aceitável que possa ser designado vogal para esse futuro banco. É manifesto que não terá competência técnica para tal. Mais um caso flagrante de promoção dum boy à custa de todos nós. E, depois, dizem que estamos falidos e acham que não têm responsabilidade no assunto! Isto vai de mal a pior.
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