25.10.13

"A substância e o poder"






Esta peça da Leonete Botelho é exemplar no que toca, precisamente, à "substância" e ao "poder" neste regime. A 1ª República sempre tinha outra graça. Com os seus tiros, as suas arruaças, os seus homens do talho, as suas sovas na praça pública distribuídas com equanimidade pelos "vultos". Ou com o dr. Afonso Costa a saltar pela janela de um eléctrico para fugir do que ele julgava ser uma bomba e que, afinal, era uma criança. Pobre país.

1 comentário:

npcmarques disse...

Sim, sim, a primeira república é que era! Muita graça mesmo! Os meus bisavós, por exemplo, acharam um piadão a todas as vezes que bandos de salteadores lhes saltavam a roubar comida e demais haveres. Um deles, em particular, deve mesmo ter morrido de riso quando uma pedra, decerto com graça, lhe esmagou o crânio. Enfim, um fartote de graça, essa 1ª república, tão patusca quanto livre... Pobre país e pobres portugueses...