Está a decorrer uma conversa surrealista entre Mário Crespo e um jurista que é simultaneamente advogado e professor de direito penal (acho). Parece que a D. Fátima também vai tratar da "justiça". Nunca a justiça foi tão debatida e nunca foi tão mal administrada. Confia-se mais facilmente numa urgência hospitalar do SNS do que na justiça portuguesa. Aliás, os seus "operadores", à força de tanta emergência nos media, acabam por deitar por terra qualquer pingo de credulidade que restasse. Vivemos num Estado de direito meramente retórico. Tanta conversa sobre ele - o direito - é sinal de que ele falta.
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