«Quem pode negar que a época dos meios de comunicação conduziu a um triunfo da vitalidade abestalhada, orientada por um modelo desportivo-musical que raia a insanidade mental? O último homem: o transeunte frente a um microfone. Todavia, o processo da civilização não é uma decadência linear: a dinâmica da vida ainda compreende mais do que o mero consumo das forças iniciais maníacas até ao estupor final. Na verdade, salta à vista de qualquer europeu que esteja atento a linha descendente que primeiro marca a conversão de Deus em homem e, em seguida, de homem em imbecil.»
P. Sloterdijk, Weltfremdheit
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