Esta semana falou-se muito em "consenso". Por isto ou por aquilo foi "quebrado o consenso", é preciso "preservar o consenso", etc., etc. Confesso que não gosto da ideia de consenso. Acho que é prejudicial para a democracia que pressupõe o conflito e o debate. Cheira-me a empadão, a inércia, a picnicão com comida sem sal. O que é o "consenso sobre a Europa", o "consenso sobre a justiça" ou o "consenso sobre o serviço público de televisão"? Não faço ideia. Sei, sim, o que é um programa sufragado em eleições livres. E esse ou se cumpre ou não se cumpre. O resto é "fairy" para lavar a loiça do picnicão.
1 comentário:
"consenso" representa a estratégia dos "medrosos" (tive im impulso de escrever "merdosos" - porque na verdade o são) de perdrem os "postos" de muito trabalho (!!?) que afincadamente "conquistaram" (pelos métodos que hoje se conhecem).
Daí não quererem "vozes divergentes" e muito menos ouvirem quem tem MÉRITO.
"Consenso" significa o TERROR de serem corridos à PAULADA.
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