Por uma ou duas vezes fiz aqui um ponto, por via do José Paulo Fafe, para a atenção que deve ser prestada ao arquitecto Nuno Teotónio Pereira. Não tenho entretanto notícia de que alguma coisa tivesse sido feita por parte do Estado. O caderno principal do Público, através do jornalista António Marujo, dedica-lhe duas páginas ("Os trabalhos e as paixões de Nuno Teotónio Pereira"): «Ao entrar em casa, disse: "Despedi-me de Lisboa." À hora de jantar, perdera completamente a visão.» Noutro jornal, o Correio da Manhã, o João Pereira Coutinho, provavelmente sem saber o que se passa com Teotónio Pereira, acaba ironicamente por descrever o tropismo cultural em que vive o regime a propósito dos famosos chanatos parisienses de Joana Vasconcelos. «Para mostrar um ‘Portugal moderno’, os contribuintes ajudaram a pagar uma extravagância de 2,5 milhões de euros. Hoje, como ontem, o ‘Portugal moderno’ não se faz com contas em ordem, corruptos na cadeia – e o fim da nossa megalomania saloia. Faz-se com o tipo de festas onanistas que nos conduziram à falência. O nosso Estado é tão grotesco que nem uma obra da srª Joana lhe faria inteira justiça.»
1 comentário:
Nesta parolândia ninguém sabe o que Xenobia Bailey anda a fazer em Nova Iorque, dresde os anos 90 do passado século...
http://www.google.com/search?client=safari&rls=en&q=xenobia+bailey&ie=UTF-8&oe=UTF-8
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