
As televisões generalistas recusam a cobertura da campanha para as autárquicas. O pretexto é o "enquadramento jurídico" feito pela Comissão Nacional de Eleições sobre a coisa. Ora o que não passa na televisão é como se não se tivesse passado o que é adequadamente explicado no livro da foto. Isto quer dizer que o "financês", o "economês" e a pura estupidez vão continuar a dominar a política. Porque um momento político por excelência como uma eleição, mesmo com a natureza da que tem lugar dia 29, é tornado mediaticamente irrelevante a não ser na parte que dirá respeito aos jogos florais - e quanto mais triviais e boçais, melhor - entre os principais dirigentes político-partidários. Talvez o país não mereça, em abstracto, melhor.
2 comentários:
Neste caso o país felizmente é poupado a ter que ouvir os tesourinhos deprimentes de que o Malomil se faz eco. Por outro lado se é para ouvir Costa, Seara, Menezes & Cia a situação ainda iria piorar. Um pouco de sossego para preparar o Natal (que está à porta).
Boa tarde,
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Atenciosamente,
Catarina Osório
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