5.9.13

Aguardemos

Segundo o jornal Público, as "notícias" do périplo aqui mencionado não são tão famosas quanto as "expectativas" criadas com o robustecimento político do dr. Portas no "novo ciclo" do "novo governo". "O vice-primeiro-ministro não avançou de forma concreta em Bruxelas com nenhuma das reivindicações que tem vindo a fazer em termos de flexibilização dos termos do programa, a começar pela meta de 4% do PIB fixada para o défice orçamental de 2014. As alternativas que poderão vir a ser contempladas pelo Governo para substituir as medidas de redução de despesas públicas que foram chumbadas pelo Tribunal Constitucional também não foram abordadas em detalhe nos encontros de terça-feira de Portas e Albuquerque com Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, e Olli Rehn, comissário europeu responsável pelos assuntos económicos e financeiros." Mais. De acordo com Bruxelas, «a troika está a "trabalhar com base nas metas acordadas na última revisão", concluída antes do Verão» e cujas dificuldades em as ter por "fechadas" ficaram bem evidenciadas na carta de demissão do dr. Gaspar. E o porquê delas. Em suma, «propostas concretas para a flexibilização do défice ou para o programa de corte da despesa não foram apresentadas.» Aguardemos.

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