


Como é dia de reflexão, só se pode falar do chamado segundo resgate - do qual também não se pode falar apesar de ter sido o próprio primeiro-ministro a falar nele faz hoje oito dias e do dr. Portas ter dado o "tiro de partida" para a conversa no passado dia 2 de Julho - e da sra D. Iolanda Oliveira Costa.
Ilustração: Excertos do artigo de José Pacheco Pereira no jornal Público de sábado.
2 comentários:
2º resgate? Para mim será o 4º!
Se a Irlanda tem muitos problemas similares aos de Portugal (divida publica superior a 125%, dívida privada superior a 250%) porque razão os tenebrosos mercados olham para Portugal e dão juro superior a 6,5%?
Antes da crise "Portas" era de 5,4% a taxa de juro a 10 anos.
Portas não sabe o que é a reforma do Estado, a não ser uns clichés que aprendeu no "Heritage".
Não a mostrou. Zero.
Autarquias? Continua o mapa e o conjunto de tiranetes que as frequentam e o exercito de funcionários.
O Seguro acredita nas pessoas porque acredita no que elas dizem: "devia ser PM", as mesmas pessoas que andavam desatentas à insustentabilidade da segurança social que se fala há mais de 20 anos, desatentas à globalização e queriam bola e carro novo...
A crise resolvida só significou que ela pode existir.
A Irlanda tem estabilidade politica e perspectiva de crescimento económico porque se produz. A única vantagem lusa é o sector bancário só.
Logo, Portas conseguiu o 2º resgate ...e os militantes do cds que aprendam a não confiar em milagres nem em homens providenciais.
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