15.9.12

O resumo

O Fado Alexandrino explica como um hebdomadário pode, numa só edição, resumir a língua de pau dos donos do regime. E quem se atreve a tentar mudar isso, corre risco quase de vida.

3 comentários:

Isabel Metello disse...

A sério? Ena Pá, 2012! Estamos fritos e "com óleo Fula, aquele que guarda o sabor natural dos alimentos!" Bem, vale mais morrer de pé do que de joelhos, como diz o outro- até porque tenho uns ossinhos nos joelhos que sempre me impediram de ir ao genuflexório tenha este a forma que tiver- daí ser uma espécie de eremita (há um ex-Amigo meu que me designa como "insuportável" (pois, a Verdade é, deveras, insuportável! :) e pária, o que não me incomoda muito, pois prefiro perecer a prescindir dos Princípios que acalento e só me ajoelho perante Deus e Entidades Divinas Superiores!
Mas as sumidades não são todas abrilistas e defensores da Liberdade de Expressão, da Fraternidade e da Igualdade? Ah, só para os membros do clube, tipo aqueles Britânicos muito selectos! Ok (0 killed), já o tinha detectado numa extensão bloguística cinéfila. então, já estaremos kn (Knocked Out)!!! Hallelluya, As Cruzadas, agora, são de Outra Estirpe, já as indulgências permanecem na mesma como a lesma!

Vasco disse...

Já ninguém lê o Expresso há muito tempo. E é esse seu (vosso) autismo que não lhe permitiu perceber que o erro foi essa ideia desastrosa da TSU. Se quisessem mesmo acabar com a RTP, com as PPP, reduzir as autarquias já o tinham feito há muito tempo. Não digo que o Expresso não seja o quartel-general dos adversários deste governo (isso é óbvio), mas não estamos perante nenhum assassinato: estamos perante um suicídio. O povo (o povo verdadeiro que hoje saíu à rua) até estava do lado do Governo, mas quando se lhe vai ao bolso desta forma indecente sem o mínimo esforço para tentar acabar com o que verdadeiramente tem de acabar, esgota-se todo o capital de confiança. Eu estou muito desiludido. Sinceramente pensei que o Governo ia fazer melhor, apesar da presença de Relvas que sempre achei prejudicial (mesmo antes das eleições a forma como se comportava nos debates deixava entrever muita coisa). Enfim... Tanta conversa, tanta conversa e ainda não apareceu ninguém à altura. Tenho pena.

Isabel de Deus disse...

Et pourtant...Pedro Mexia assina uma notável crónica sobre uma cruzada que se esboça contra o historiador, que muito aprecio, Rui Ramos. Crimes do dito:ser "de direita", não incensar os beneméritos da 1ªRepúlica, etc, etc...Isto de não ser de esquerda e declará-lo continua a não ser nada "atual"!