4.9.12

Pensar

Em relação ao (pouco) debate sobre serviço público de conteúdos televisivos - que não pode ser confundido, como tem estado a ser, com a empresa a quem ele foi concessionado -, e como sou insuspeito em relação à jornalista em causa, Fátima Campos Ferreira está a dar um bom exemplo do que são, por exemplo, esses conteúdos com a "edição especial" que passa a seguir ao Telejornal da RTP1. Isto nada tem a ver com os entrevistados. Tem a ver com a ideia subjacente aos programas. Pensar, de facto, nunca faz mal a ninguém.

3 comentários:

Nuno Castelo-Branco disse...

Ora essa, já percebeste muito bem porquê:
http://portugaldospequeninos.blogs.sapo.pt/3264490.html

NAC disse...

Os hilotas do conhecimento histórico e da coerência argumentativa - de que é paradigma esse inefável António Pedro, a quem o meu saudoso Gérard apodava de "comprimento inútil" -na descabelada defesa do status quo da RTP , desenterraram uma velha e relha muleta: o que acontece lá fora.
Portugal seria, segundo essas luminárias, o primeiro país da Europa a cometer o hediondo crime de prescindir de um canal de televisão na esfera pública, impensável heresia!
Ora, se os nossos antepassados de meados do Sec. XIX, com o conselheiro Barjona de Freitas à frente, encavalitassem ideias dessa forma canhestra, não teriamos sido os primeiros europeus a extinguir a pena de morte!
Com hossanas de Victor Hugo, já agora...

Duarte Meira disse...


Caro João Gonçalves:

Não sei que "edição especial" será essa porque há anos que não vejo televisão. Se fala em "serviço público", deve ser de facto muitíssimo espcial.

Eu julgava na minha simplicidade que (bom) serviço público era aquele pelo qual o público está - livremente - disposto a pagar... Ou que, quando menos, respeitasse esse público obrigado com uma gestão sensata e orçamentos não sucessivamente deficitários em CENTENAS DE MILHÕES de euros...