«Um trem de ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida.» Adélia Prado
Estava a ouvir o dr. Seguro em Évora e ocorreu-me Vasco Pulido Valente no Público: «Portugal não precisa de palavras. Precisa de realismo e modéstia.»
Precisa é de gajos de tomates. Coisa rara.
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1 comentário:
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