10.9.12

Sem noção

As viúvas, os viúvos e os cristãos-novos daquela magnífica "tese" de que "o dinheiro aparece sempre" ainda não perceberam que ele não só não aparece sempre como pode mesmo deixar de aparecer. Não, ainda não saímos da emergência em que a referida "tese" nos meteu. E não é com bravatas à la prec que vamos sair tão depressa. Ou, como se diz aqui, grassa o sem noção.

4 comentários:

jota disse...

O dinheiro aparece sempre. Aparece é nas contas da Galp, da Ren , da Edp dos Banquinhos..., o problema é de onde ele desaparece, do bolso dos que não podem perguntar: quer pagar com recibo ou sem recibo? e o povo, que só serve para votar, vai continuando a pagar e já sem dinheiro para comer... mas o rebanho é manso...

S.Guimarães disse...

Não é difícil perceber que os políticos pós 25/4 além de serem incompetentes e corruptos, desgraçaram o país, açambarcaram mordomias inaceitáveis, delapidaram a riqueza da nação e acima de tudo tiraram o sonho de um futuro risonho a toda a juventude que é novamente obrigada à emigração.
Inevitavelmente vem-nos à memória o antes 25/4, não havia liberdade de expressão é verdade, mas com o actual regime, qualquer dia com o povo a morrer de fome não haverá forças para falar de política.
A nossa Constituição está desactualizada, os nossos políticos estão desactualizados e a Comunidade Europeia foi criada, não para o desenvolvimento sustentado dos europeus, mas sim, para criar uma nova classe de políticos em fim de carreira, desempregados e tachistas, proporcionais ao peso de cada país.
Deputados europeus, comissários da treta e incompetentes nos seus próprios países,
tais como os exemplares portugueses, Durão Barroso e Victor Constâncio e todos os outros que são sobejamente conhecidos.

josé sequeira disse...

O irrealismo criminoso que grassa nas famílias portuguesas [foi vendido por criminosos (ainda à solta) e comprado por otários voluntários], ficou patente ontem, numa entrevista televisiva, a propósito das entradas na Universidade:
Algures na zona do Porto, numa família, mais ou menos da classe média , uma jovenzita exultava com a “entrada” numa vaga de um curso de enfermagem.
Ao lado a mãe, orgulhosa e babada, sentada no mítico sofá familiar, explicava que “uma etapa tinha sido vencida” e, com orgulho, previa o percurso até à formatura bolonhesa da menina. No entanto, avisada, fazia notar “que se tratava apenas de uma primeira etapa”; é que, frisava, “tinha uma filha mais velha que, concluído o mesmo curso de enfermagem, estava, há longo tempo, no desemprego, em busca de uma colocação como… enfermeira”.
Palavras para quê? É uma família portuguesa, com certeza!!
Além disso, a púbere da entrevista, sem o mínimo rebuço, proclamava aos quatro ventos que, uma vez findo o curso, só queria uma oportunidade “lá fora”, de preferência em Inglaterra, porque “isto por cá” já não dava nada. Cuidado minha linda, é que em Inglaterra, como enfermeira, ainda te arriscas a ter de limpar o chichi, o cocó, cozinhar e tratar do jardim. Ah… Ok… mas como é no estrangeiro, onde os vizinhos não nos podem ver e o pagamento é fixe, já não faz mal.

Vortex disse...

os 'paineleiros' da comunicação socialista e os politicos da mesma banda continuam a pensar que nos colocam navamente na 'nave dos loucos'