Por acaso, ontem, o PM disse-o bem :) tanta gente a falar de serviço público como algo que ninguém sabe bem definir- lá está a matriz do "manto diáfano" e da neblina nebulosa...Comparando a programação da RTP1 (não falo da 2, que deveria ser mantida...:) à da TVI e da SIC em que é que diferem? Ah, ok, uns apresentadores são mais gordos e mais cultos do que outros, mas as estrelas ganham o mesmo! Há aqui algo que não entendo - se são funcionários públicos, como é que auferem ordenados milionários?! Isso é serviço público???!!! E como é que os colegas não atacam a causa estrutural e o fazem perante a estrutura de superfície???!!!! Não, não é serviço público, como bem citou :) é "auto-serviço!" e muito chic! Ao menos a TVI ainda dá emprego a tantos actores, argumentistas, realizadores, outros profissionais da produção e até a figurantes, cidadãos comuns que lá vão ganhar uns dinheiritos pela Plural, na produção de telenovelas nacionais, que alimentam a indústria da imprensa de sociedade, mantendo outros empregos para jornalistas e até capitalizando o posicionamento estratégico maximizado de marcas nacionais! Ainda ontem ouvia um humorista do "5 para a meia-noite", um programa que até gosto de ver (depende do humorista em palco...:), a gozar com Jesus - dizia a criatura, que se deve achar o máximo, mais ou menos isto :) "Jesus Era maluco pois dizia-se O Filho de Deus!"...Não é que Jesus não Tenha sentido de humor, porque o Tem, caso contrário, não Tinha Criado gente desta, mas eu até gostaria de ver esse menino a gozar assim com Maomé - é o gozas!!! Por falar nisso, como é que aqueles obscenos do tal filme conseguiram gastar tanto dinheiro para exporem as suas próprias perversões em público, sendo moralmente responsáveis pela fúria assassina de gente já, per se, à espera de um rastilho para explodir???!!!! Por que não canalizaram, antes, o capital para ajudar tantos sem-abrigo norte-americanos?! Agora, que foi uma ironia do Destino, "Esse Grande Escultor", foi-o, como li, hoje, no Público- os norte-americanos ajudaram ou liquidaram eles próprios ex-amigos, estimulando a emergência de fundamentalismos islâmicos. É que se chega a um ponto em que já nem há possibilidades de se defender a facção A ou B (e não terá sido sempre assim, desde que nos baseemos em Princípios???!!! :), mas tão só Inocentes tombados!!! E por falar, outra vez, em serviço público, Portugal continua a ser um país tão elitista/sectarista que não percebe que a página humorística creio que da VIP ou da Nova Gente (é alguém que escreve sob um pseudónimo:) tem muito mais qualidade literária e até revela um distanciamento narrativo muito mais acentuado do que crónicas como a de Manuel Loff! Para além de que, muitas vezes, ainda que falando de banalidades, o autor/ a autora consegue ir, com um humor bastante refinado, ao âmago de várias questões! É o que dá vivermos num país que adora formas e estereótipos e não nos conteúdos, o que tem piada coincide exactamente com a matriz da sociedade de consumo e do show business!:))
2 comentários:
Por acaso, ontem, o PM disse-o bem :) tanta gente a falar de serviço público como algo que ninguém sabe bem definir- lá está a matriz do "manto diáfano" e da neblina nebulosa...Comparando a programação da RTP1 (não falo da 2, que deveria ser mantida...:) à da TVI e da SIC em que é que diferem? Ah, ok, uns apresentadores são mais gordos e mais cultos do que outros, mas as estrelas ganham o mesmo! Há aqui algo que não entendo - se são funcionários públicos, como é que auferem ordenados milionários?! Isso é serviço público???!!! E como é que os colegas não atacam a causa estrutural e o fazem perante a estrutura de superfície???!!!! Não, não é serviço público, como bem citou :) é "auto-serviço!" e muito chic! Ao menos a TVI ainda dá emprego a tantos actores, argumentistas, realizadores, outros profissionais da produção e até a figurantes, cidadãos comuns que lá vão ganhar uns dinheiritos pela Plural, na produção de telenovelas nacionais, que alimentam a indústria da imprensa de sociedade, mantendo outros empregos para jornalistas e até capitalizando o posicionamento estratégico maximizado de marcas nacionais!
Ainda ontem ouvia um humorista do "5 para a meia-noite", um programa que até gosto de ver (depende do humorista em palco...:), a gozar com Jesus - dizia a criatura, que se deve achar o máximo, mais ou menos isto :) "Jesus Era maluco pois dizia-se O Filho de Deus!"...Não é que Jesus não Tenha sentido de humor, porque o Tem, caso contrário, não Tinha Criado gente desta, mas eu até gostaria de ver esse menino a gozar assim com Maomé - é o gozas!!! Por falar nisso, como é que aqueles obscenos do tal filme conseguiram gastar tanto dinheiro para exporem as suas próprias perversões em público, sendo moralmente responsáveis pela fúria assassina de gente já, per se, à espera de um rastilho para explodir???!!!! Por que não canalizaram, antes, o capital para ajudar tantos sem-abrigo norte-americanos?! Agora, que foi uma ironia do Destino, "Esse Grande Escultor", foi-o, como li, hoje, no Público- os norte-americanos ajudaram ou liquidaram eles próprios ex-amigos, estimulando a emergência de fundamentalismos islâmicos. É que se chega a um ponto em que já nem há possibilidades de se defender a facção A ou B (e não terá sido sempre assim, desde que nos baseemos em Princípios???!!! :), mas tão só Inocentes tombados!!!
E por falar, outra vez, em serviço público, Portugal continua a ser um país tão elitista/sectarista que não percebe que a página humorística creio que da VIP ou da Nova Gente (é alguém que escreve sob um pseudónimo:) tem muito mais qualidade literária e até revela um distanciamento narrativo muito mais acentuado do que crónicas como a de Manuel Loff! Para além de que, muitas vezes, ainda que falando de banalidades, o autor/ a autora consegue ir, com um humor bastante refinado, ao âmago de várias questões! É o que dá vivermos num país que adora formas e estereótipos e não nos conteúdos, o que tem piada coincide exactamente com a matriz da sociedade de consumo e do show business!:))
Será mesmo possível ser esta instituição responsável pelo sugar de três vezes mais recursos que aqueles anualmente atribuídos à cultura?
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