«A ministra da Justiça disse ainda que quando se fala na reforma do Estado e em cortes de estruturas da administração não se pode também "cair na tentação de decapitar constantemente aquilo que é a massa crítica que existe na administração pública em detrimento do sector privado". «Está por provar que o sector privado, ao contrário do que se diz muitas vezes, tenha maior eficiência que o sector público. Temos áreas de negócio onde isso é patente.»
Paula Teixeira da Cruz, via tsf (na universidade de verão da JSD)
6 comentários:
Seria interessante que a Sra. Ministra desse um ou dois exemplos do que afirma.
De outro modo, está por provar que a Sra. Ministra saiba do que está a falar.
não por recorrem tanto ao sector privado quando se trata dos escritórios de advogados do regime
Estou perfeitamente de acordo com o que disse a Srª Ministra.Os que argumentam o contrário querem é fugir à sua contribuição para a crise em detrimento ou prejuizo dos funcionários.Aqui sim,tem cabimento o detrimento.No caso invocado pela Senhora,é em benefício dos privados e não em detrimento.O português tem destas coisas.
É como diz o comentador anterior; vamos ler:
«não se pode "cair na tentação de decapitar constantemente aquilo que é a massa crítica que existe na administração pública em detrimento do sector privado".»
O João Gonçalves, que escreve, sabe dilucidar o sentido da frase acima??
Não se pode decapitar a administração pública em "detrimento" do privado.
"Detrimento"??, naquele lugar da frase????
Das duas uma, das três uma: ou a frase está mal transcrita, ou a ministra é burra (para citar A. Borges, uma hipótese "atraente"), ou o João Gonçalves citou sem ler.
Em que ficamos?
Caros "Eirinhas" e Carlos Vidal, como pragmático, interessa-me a mensagem que, olhada nas televisões, por exemplo, foi perfeitamente entendida, i. e., que não se deve estigmatizar o sector e os funcionários públicos. Pessoalmente não duvido das excelentes capacidades intelectuais da Sra. Ministra. O mesmo não posso dizer de alguns segmentos da classe empregada na comunicação social e cultural como é demonstrado, abundantemente, pelas notas de rodapé dos telejornais. Se há coisa que nunca troco é os "b's" pelos "v's".
Amigo Gonçalves.Permita que o trate assim.Tem toda a razão.Mais que a fórmula,interessa o conteúdo.Estou cansado de clamar isso nas escutas, onde aparecem explícitos os crimes,segundo a dedução,mas a maldita forma ou fórmula sobrepõem-se ao dito.Apesar disso,tendo vindo a constatar a sua inteligência e subtileza,estranhei muito que o meu amigo tivesse exposto a questão tal qual a Srª Ministra a colocou!Houve um outro blogue que deu a notícia mas teve o cuidado de suprimir o que questionei.Obrigado.
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