
Em apenas seis meses, "perdi" um Papa sem ilusões para um outro "todo-o-terreno", um Presidente da República que abdicou na sua própria sombra e que acredita no Pai Natal e, finalmente, um Governo que cedeu à mistificação como forma de sobrevivência. Como todo o fracasso*, não é bonito de se ver mas não deixa de ser uma obra.
*o termo segue com um abraço para o João Pedro George que trata do fracasso em literatura no livrinho da foto
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