
Ha dois géneros de falta da palavra. Um, declinado por Schönberg em Möses und Aron, quando se canta "O Wort, du Wort, das mir fehlt …". Outro, que é usado com desenvoltura sobretudo em política, tem a ver com a falta de decência. Prefiro o Schönberg. Nunca é vulgar nem previsível.
1 comentário:
1.Muito sinceramente, e apesar de me inserir num espaço conservador, a resposta a isto tudo era a dissolução da AR e convocação de eleições para Setembro;
2. Esta gente já deu provas de inabilidade.
a) Não há uma única reforma do Estado, porque não há a mínima ideia QUE Estado se pretende. Alguns dos que nos governam devem ter feito a opção política por conversa de café como quem escolhe uma bebida em dia de canícula, depois...foi passar ...toda a vida a seguir este e aquele...até ao mínimo divisor comum;
b) Não há palavra para comun-ica com a Sociedade Civil; há formas arredondadas para dizer despedimento, redução de serviços;
c) Há medo de não ser popularucho.
3. Quando assim é, compete à Sociedade Civil responsabilizar-se, seja para o caos, seja para o bom caminho, mas responsabiliza-se, e não manter a mesma ganga que vemos desde a minúscula autarquia até à governação.
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