Medeiros Ferreira - ou Pacheco Pereira na revista Sábado - tem alguma razão. O actual primeiro-ministro, depois da "normalidade" que o distinguia de Sócrates e que lhe deu a vitória em 2011, está a ficar "parecido" com o primeiro-ministro Pinto Balsemão dos idos de oitenta. Também ele coleccionou vitórias sobre vitórias. Aliás, o Presidente da República, que nessa altura escrevia cartas a Balsemão, deve estar bem recordado dessa caminhada gloriosa. Sobretudo do desfecho dela.
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