
O pior que pode acontecer a uma Nação é não ter elites à altura das circunstâncias. Quem conhece qualquer coisa de história e, dentro desta, a diplomática, sabe que houve de facto momentos e pessoas. Só que este regime, que já leva quase quarenta anos de vida atribulada, não as conseguiu forjar. Há seguramente mais de uma década - mais adequadamente desde a longa noite de Dezembro de 2001 em que Guterres declinou o termo "pântano" - que não existe uma agenda patriótica (coisa distinta de patrioteira).Temos, pois, de viver com o que temos.
3 comentários:
O meu acordo.
Julgo que estamos a pagar a "rebaldaria" dos anos 70 e 80 em que as universidades produziram chicos-espertos em quantidade industrial. "Elites "incultas, gananciosas e ignorantes do que é Pátria, Nação e Herança. A falta do SMO mais agravou a situação. Perdeu-se o valor de Comunidade. Viramos barco à deriva e temo acabar os meus dias (que já são fáceis de contar) a ver o sacrifício de uma vida desbaratado nesta vertigem da loucura que nos cerca. "Temos pois de viver >>, tristemente, << com o que temos".
Bastos
Temos, pois, de viver com o que temos, que é também composto por aquilo que não temos e emprestado pela troika.
O sistema partidário - medíocre e parasitário - que temos é quem verdadeiramente condiciona o aparecimento de grandes homens no nosso País.
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