6.11.13

Não há mapa-cor-de-rosa



Na apresentação do livro de Medeiros Ferreira, o autor explicou, num misto de ironia e de realismo, que pelo menos os servidores públicos e os pensionistas já estão a ser remunerados através de "outro" euro. Na verdade, estão a ser pagos em escudos que se designam, na língua de pau, por "corte" e "ajustamento". É o "regresso clandestino do escudo". O euro propriamente dito está reservado, por enquanto, para o sistema financeiro e afins. Não há mapa-cor-de rosa.

1 comentário:

Carlos Vargas disse...

José Medeiros Ferreira em grande forma, insiste: é preciso olhar a Europa de outra forma. A visão de uma Europa que nos iria resgatar da pobreza é ilusória. A Europa está-se na tintas para a nossa pobreza. É preciso e ê urgente entender isto.