24.11.13

É para levar a sério?


 


O senhor vice primeiro-ministro prodigalizou este fim de semana um "momento inspector Jacques Clouseau" quando apareceu a verberar o dr. Mário Soares. Classificou de "lamentáveis" as declarações que envolveram o termo "violência" e tirou delas as conclusões que bem lhe apeteceu. É caso para falar no roto e no nu. Então como deveremos classificar a famosa demissão de Julho último que era, nas palavras do autor da cartinha a pedir a dita, "irrevogável"? E as consequências que esse gesto leviano e chantagista provocou junto dos "credores" a quem, uns escassos dois meses depois, o referido autor se apresentou com a mesma cara de pau com que tinha "revogado" o "irrevogável"? É para levar a sério ou é apenas lamentável?

2 comentários:

João Vargas Moniz disse...

Tenho que me conter para não comentar. Portas tem que se convencer (como se fosse possível um tipo que está afogado no seu deslumbramento de si próprio) que quando fala já não articula, limita-se a babar-se.
O Dr. Mário Soares, o último dos pais da democracia com todas as virtudes e defeitos, diz à boca pequena o que a esmagadorissima maioria do país pensa.
Portas é a imagem da grandeza ridícula sem percepção da vergonha. Não é mais do que um alegado ministro de um governo desaparecido nas escadarias da assembleia. Bem pode gritar contra Soares (mais os chamados comentadores tipo Mendes e Sousa) porque o vento corre por Soares.
Como se verá, não tarda! E será bom que todos se lembrem que, quando a "coisa" fiar fino, o problema nunca esteve nem estará no núncio

Alblopes disse...

Com um MP ou PGR a sério, tanto o soares como o labrego lourenço teriam de prestar contas à justiça pelo claro incitamento à violência e desrespeito pela ordem pública!E até os moniz que por aqui aparecem a tecer loas a esses safardanas!