22.11.13

A carta por ler

Entretanto os dados da execução orçamental demonstram, uma vez mais, que são as pessoas, através do IRS, e sem tugir nem mugir, que "contribuem" de uma forma brutal para "aumentar" as receitas. E demonstram que continua por ler a carta de demissão de Vítor Gaspar.

3 comentários:

João Vargas Moniz disse...

Vejo-me impedido de comentar o post "Poder e Autoridade" por ter atingido o número máximo de comentários admitidos(!?)
Não vejo nenhum, mas apesar da exemplaridade e brilhantismo do texto (que não da adenda, lamento), tenho ainda duas coisas a dizer, se me for permitido:
1. O passo dado ontem é - final e verdadeiramente - histórico: ficou claro que se entrará na Assembleia da República quando os manifestantes quiserem, sejam polícias, militares, magistrados, diplomatas, motoristas ou qualquer outro dos grupos de que o Governo tem pavor.
2. Categoricamente, SEDE VACANTE!

Carlos Vargas disse...

Tal e qual ! Ainda devem estar a digerir a carta.

Nada disse...

Sim. O Tribunal Constitucional não é adepto de epistolas. Ainda para mais cifradas. Continuaremos à espera, sabendo que o cofre do nada não está seguramente na Assembleia da República.