António José Seguro apareceu numa coisa do PS no Alentejo. Apesar do calor, faltou-lhe alguma "chama" sobretudo nas presentes circunstâncias de modo, tempo e lugar. Já o primeiro-ministro, em Bragança, acenou com um segundo resgate e com mais impostos em jeito de "réplica" ao Tribunal Constitucional e não só. Porque falta o dr. Portas que, presumivelmente em Matosinhos, devia explicar como passou de irrevogável demissionário e não dissimulado membro do governo antes da remodelação a vice PM do "novo ciclo", com a coordenação política das relações com a troika (suponho que o dr. Gaspar já deve ter "informado" os seus amigos do FMI e da União Europeia sobre a "natureza" do seu, deles, novo interlocutor) e a tutela da AICEP que dá jeito em feiras internacionais. E a explicação do senhor vice PM é tanto mais relevante quando, até agora, não deu uma ao país acerca de um comportamento frívolo e errático que, esse sim, ajudou bastante a um eventual segundo resgate. Sei que os media adoram este original "sentido de Estado" do vice PM e a concomitante "genialidade" política evidenciada a qual veneram como se se tratasse do egrégio dr. Sousa Martins. Apesar de tão venerando e venerado pelo "meio" paroquial, o senhor vice PM passou há dias por Moçambique onde nenhuma autoridade autoctóne manifestou qualquer interesse em encontrar-se com ele. E, ao contrário dos congéneres portugueses, os media moçambicanos ignoraram-no olimpicamente. Todavia, é o que há para consumo interno. Ninguém se queixe.
1 comentário:
Bom dia,
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