Felizmente, e ao contrário de muitas pessoas que sempre tiveram ou têm mais responsabilidades do que eu jamais tive ou terei, lembro-me de todas as reuniões em que participei. Sobretudo se a matéria dessas reuniões veio a ter algum desenvolvimento, ou não. É como a "história" da "reforma do Estado". Depois de uns primeiros passos realistas, de baixo para cima, orientados pelo então secretário de Estado Paulo Júlio, a coisa foi politicamente passada ao actual vice PM e reduzida a um pequeno "índex". E, no essencial, a "cortes" - nas pessoas e no que as pessoas vencem a título de salário ou pensão. É mais ou menos a diferença que vai da chamada memória de elefante para um elefante largado em cima da Viúva Lamego.
1 comentário:
Continuo a dizer o mesmo: o despeito é coisa feia, que leva ao ódio. Está a ver?
Enviar um comentário