Só vi a capa e no Facebook. Segundo a dita, o entrevistado do Diário Económico, Pedro Santana Lopes. afirma que "foi muito dífícil convencer o dr. Portas a voltar atrás", isto é, a deixar de ser "irrevogável" e "dissimulado". O dr. Santana Lopes também informa que ajudou neste glorioso retrocesso e que foi "pela pátria" (sic) que o dr. Portas, afinal, ficou. E no Pai Natal, dr. Santana Lopes, também acredita?
3 comentários:
António Capucho, Manuela Ferreira Leite, Marques Mendes, Rui Rio, Marcelo Rebelo de Sousa... A lista vai crescendo: nem precisam de inimigos.
Já aqui o disse. E repito: quando os oiço falar em "pátria" encosto-me logo à parede. Safa!
Não sou advogado do mesmo, mas esquecer Pacheco Pereira que até a própria sombra critica é muito injusto para o mesmo.
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