
Parece que a Bruxelas não desagrada a ideia dos 10% de taxa do IRC, bem como uma "reforma" global do imposto, conforme há dias sugeriu Álvaro Santos Pereira. O mesmo Santos Pereira, ministro da economia, que tem pensamento próprio sobre a austeridade e os seus riscos para a economia se for continuada. O mesmo Santos Pereira que é por vezes subestimado quando isso sempre se me revelou mais como uma injustiça que a mesmice preconceituosa tributa à independência que não tem exactamente de ser "perfeita". É um patriota que está a fazer o que pode. Willy Brandt quis para seu epitáfio o famoso "fiz o que pude". Mitterrand também. S. Pereira tem direito a louvar-se nos bons exemplos.
1 comentário:
Sem ser no post adequado, aproveito a possivel generosidade do owner para um desabafo: esta madrugada, no Eixo do Mal, da SICN, o bombo da festa era "o Cavaco". O furibundo Daniel Arrastão chegou a afirmar que "o tipo estava doido". Por muito que se aproveite a liberdade (libertinagem) de expressão há coisas que enfim... Mas, falta de educação à parte, o que me dana é outra coisa. Sendo conservador de direita fui dos que sempre torceu o nariz à integração europeia e ao regabofe que se seguiu e nunca nutri especial apreço por esses anos ditos "de glória". Como todos sabemos, o actual Presidente, tal como o PREC, os vários soarismos, o cavaquismo, o guterrismo, o barrosismo, o santanismo, o socratismo e também o incipiente passismo, foram pregando pregos no caixão Portugal. Agora estes "comentadores" da treta, que se aproveitaram do pseudo desenvolvimento, havido no país, após a integração europeia (sim, porque sem ele, não teria havido tanto orgão de informação, canais de televisão incluídos, onde botar comentários, tanto anúncio de multinacionais para sustentar tanto programa, tanto "ald" para carrinhos ocupantes das auto-estradas, tanto desvio de outras profissões tradicionais para fazedores de eventos e jornalistas, etc... etc... ) para agora se colocarem de fora, como se o "monstro" não tivesse sido um desejo colectivo de um povo (iludido é certo) embriagado por lhe prometerem o céu sem esforço. Pobre país onde até o decoro se perde.
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