António José Seguro anda em "excursão" político-partidária pelo país. Foi a empresas, escolas, universidades. Aparece na rua, dentro de casa, à porta de entrada ou de saída. Vê-se em púlpitos verdejantes. Os media dão-lhe corda. Não tenho a certeza que o "povo" lhe dê a mesma corda. Todavia, as coisas são sempre como, há muitos anos e num contexto político naquele momento muito difícil (Soares "passar" à segunda volta das presidenciais em 1986), me dizia o saudoso José Ribeiro da Fonte: onde nós não estivermos outros estarão por nós.
3 comentários:
“onde nós não estivermos outros estarão por nós.”
Não posso concordar… cada um tem o seu lugar – seja em q circunstância for …
Estou a sentir aquilo que o meu amigo sente com o quadro inimagin´avel, ha meses, quando Seguro venceu Assis.Ningu´em dava nada por ele e,hoje,os media dao-lhe corda.Pudedra.Foi Passos Coelho quem o levantou em t~~ao pouco tempo.Ja ha tempos que eu vinha,modestamente,alertando que P.Coelho ia ser o "coveiro" do psd e do pa´is.Desde que dividiu a Sociedade Portuguesa entre filhos e enteados,desde que ,custe o que custar,temos que ir para al´em da troika,estava `a vista dos mais cegos que a bandeja estava,apenas,no banho de prata.E o erro continua a persistir.´E minha opiniao que o verdadeiro PSD tem, no seu seio,quanto mais tarde pior,a chave da porta que precisa ser aberta.
Será que a caravana ronceira ainda se irá equipar com roda suplente esvaziada, sem câmara aproveitável para remendar, e furação da jante de geometria incompatível com espaçamento de parafusos dos rodados? Nem sequer tendo pipo por onde insuflar alguém se vai dar à tarefa de dar à bomba em exercício inútil de o ajudar a encher pneus?
Enviar um comentário