14.11.12

Bem


 


Miguel Macedo, ministro da administração interna, resumiu adequadamente  - e com manifesto sentido de Estado - a coisa. Por um lado, ao defender o direito à greve e o direito à manifestação, ambos inconfundíveis com os acontecimentos do final do dia junto ao parlamento. Por outro, ao sublinhar o profissionalismo, a serenidade e a firmeza das forças de segurança num ambiente anti-democrático de provocação minoritária e violenta. Se alguém esteve bem ao longo do dia, foi ele. Boa noite e boa sorte.

3 comentários:

Marão disse...

SOMBRAS
Tanta fruta, que fartote. Deus queira que os arruaceiros sejam apenas ocasionais e espontâneos a coberto da impunidade de manada. Mas temo bem que tudo seja programado, e que os energúmenos para todos os fretes sempre tão estrategicamente pontuais actuem como grupo organizado, comandados à distância por alguns que se apresentam como dotados de recomendada cidadania e exemplar porte. É que esta coisa de encomendar o trabalho sujo a mercenários sem nome para se sair incólume de qualquer refrega tem longas barbas. Com ou sem domínio sobre os desacatos, no caso de o caldo entornar talvez caíssem máscaras de inocência com hinos de triunfal euforia.

A disse...

você é um grande malandro a defender os opressores do povo português viva a revolução, revolução já

eirinhas disse...

Eu tambem achei que Miguel Macedo esteve bem ao manifestar o seu agrado pela firmeza e serenidade dos agentes da Ordem.Todavia,nao posso deixar de dizer que e minha opini~ao,ali´as assinalada em varios comentarios,que o governo,nos primeiros tempos, manifestou um certo empirismo ao lidar com as FS,correndo mesmo o risco de poder ter dificuldades em as encontrar quando elas viessem a ser absolutamente indispensaveis.Quem tem uns anitos e alguns conhecimentos da materia sabe do que estou a falar-