
Está uns bons furos abaixo de "A Angústia da Influência", de "A Invenção do Humano", de "O Cânone Ocidental", de "Como ler e porquê" ou do último, não traduzido, "A Anatomia da Influência", de 2011. Para quem se "impressiona" com essas coisas, inclui os seus (dele) portugueses "geniais" - Camões, Eça e Pessoa - e uma menção romanesca "genial", Saramago, na altura ainda viva. Mas é, sobretudo, Bloom e o seu virtuosismo crítico-literário que contam.
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