Faz-me impressão que uma forma de vida inteligente como a de Paulo Rangel se preste a fazer estas figuras. Primeiro, ao aceitar encabeçar uma lista politicamente medíocre ao Parlamento Europeu que, para além dele, exclusivamente pelo PSD em 2009, teve gente como Santana Lopes, Eurico de Melo ou Pacheco Pereira a encimá-la no passado. Depois, ao atacar demagogicamente uma coisa que, entre outras, faz todo o sentido debater publicamente em ambiente de eleições europeias. Até parece que Rangel, à semelhança de 2010, cobiça uma vez mais o lugar de Passos Coelho. Mas, por este caminho apenas ululante, acaba por "sair da agenda".
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