Com ironia, Marcelo antecipou um epitáfio político para o prof. Maduro, presentemente nas funções de ministro adjunto. Mais. Questionou directamente o primeiro-ministro ao sugerir que, afinal, "não valeu a pena" tê-lo ido buscar a Itália uma vez que, mais do que a "trapalhada" em que se tornou a comunicação oficial, não existe coordenação política "substantiva" no governo. Neste âmbito, aliás, não se entende o porquê de um conselho de ministros extraordinário a não ser precisamente para os circunstantes se "reapresentarem" uns aos outros. E perceberem, com um módico de precisão, o que é que cada um, em primeiro lugar, e todos, a seguir, estão ali a fazer.
Adenda: Eventualmente existe outro secretário de Estado ao qual convém prestar atenção.
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