9.2.12

Levantar e voltar a tentar

«"Os grandes empreendedores não são os que desistem à primeira, mas sim os que se levantam e voltam a tentar", afirma o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira. "Há que aliviar o estigma que estava associado à insolvência", diz a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz. Este é, sem dúvida, o espírito que tem de ter todo o quadro legal dos processos de insolvência. A lei tem de deixar de incentivar o arrastamento das dificuldades. Tem, antes, de estimular que se enfrentem as dificuldades para que a empresa possa ser salva. Mas vai ser preciso muito mais do que regras novas. É necessária uma nova atitude dos empresários, dos serviços públicos, da sociedade e da justiça.»


 


Helena Garrido, Jornal de Negócios

1 comentário:

Isabel Metello disse...

Sem dúvida alguma, urge uma revolução sociocultural profunda, de mentalidades burocratizadas, burocratizantes e obstaculizantes, para que se reconstrua um país que naufragou com a Pantera Cor-de-Rosa e corja de lencinho ao peito adstrita ao leme (quer-se dizer, a fingir que percebia alguma coisa de navegação...na superfície e no fundo foi como o Comandante do Concórdia, mas como é uma coisa má, dá mais para a discórdia ("dividir para conquistar" :) abandonou o navio quando este naufragou, tendo sido ainda mais responsável pela hecatombe do que o ratito que se safou antes que as águas o engolissem, pois ao menos esse tinha directivas da empresa para se aproximar da terra e como José António Saraiva dizia numa das suas crónicas na revista Tabu, os comandantes destes cruzeiros são mais RP do que outra coisa qualquer. De qualquer das formas, como qualquer rato, pesar de ter jurado ter sido o último a sair quando do naufrágio, como Um/a Homem/Mulher de Honra faria (e eu sou insuspeita, pois só condenei o Italiano quando as provas foram conclusivas- não gosto do diz que disse...manias...:), abandonou o navio e esteve-se borrifando para os milhares de passageiros que ficariam encurralados nas suas cabines, preferindo lançar-se qual pirata das Ilhas Caimão para a Cidade da Luz, enquanto estuda Ciência Política en Poitiers, onde proferiu aquelas barbaridades infantilizadas dignas de quem adora exames dominicais, daqueles tipo "ajoelhou, agora, tem de rezar" :) Aposto que vai adorar O Príncipe de Maquiavel, vai sorvê-lo, ao sabor de um croissant no quartier Latin :) è caso para que cante :) "esta vida de marinheiro" (outra versão .) com os marinheiros" não "está a dar cabo de mim, lapa, lapa, lapa, lapa, lapa, lapa, ri...uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!