
A chamada cultura não tem de ser apenas comadrio ou endogamia crónica. Também chegará seguramente à graça e à leveza, aquela pele que pode ser profunda e de que falava mais ou menos o outro com medida sofisticação. A Salazar já anda por aí. «É um projecto cultural que contempla uma publicação digital, uma revista bimensal, workshops literários e artísticos, uma produtora de eventos culturais e uma editora de ficção. É uma ideia de pessoas jovens, qualificadas e com interesse fundamentado pelas artes e pelo país. Não pretende revolucionar ou provocar mas assume um carácter irónico e subversivo de análise e reflexão. É uma revista bimensal de cultura, artes e ideias. Publicamos para quem gosta de ler e todos os temas são motivo de reflexão e ensaio. Literatura, música, televisão, arquitectura, cinema, desporto, moda, locais, beleza ou columbofilia – se o pombo for interessante ou a competição revolucionária.» Não usa acordografês "obrigatório".
1 comentário:
Respeitinho, Dr. Gonçalves. Nada de desvarios. Mantenha-se calmo.
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