Não percebi bem em que contexto o dr. Eduardo Catroga decidiu perorar sobre a execução do plano de assistência financeira a Portugal. O dr. Seguro também perorou. Aliás, alguém devia aconselhar o dr. Seguro a não ser tão obcecado com o primeiro-ministro pois suspeito que a inversa não é verdadeira. E a patrulha comentadeira, sensivelmente a mesma e com o mesmo desde tempos imemoriais, segue, com o zelo habitual, a última trivialidade, o que "está a dar". Há poucas semanas, o Papa Bento XVI elogiou o silêncio: «o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo.» Pensem nisto.
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