Todos os dias nos chegam imagens e notícias de PORTUGAL E DO POVO PORTUGUÊS em luta contra o cortejo de sacrifícios que lhe tem sido imposto. É clara, NESTE PAÍS, a crescente fractura entre os cidadãos e o poder político, em torno da invocada necessidade de cada vez maiores sacrifícios para que a dívida seja paga e o défice orçamental reduzido. Acentuam-se a tensão e a violência, tornando ainda mais difícil o diálogo indispensável à procura de soluções mais justas e partilhadas para a situação existente. Avolumam-se o isolamento e a discriminação DE PORTUGAL, fortemente acentuados pelo discurso dominante dos principais dirigentes europeus e da comunicação social. A preocupação doméstica em sublinhar que “não somos OUTROS” é, no mínimo, chocante no seio da União Europeia, onde mais se esperaria compreensão e solidariedade e, sobretudo, desajustada quando se sabe que a crise não é só PORTUGUESA mas europeia. Face à agudização das tensões políticas e sociais EM PORTUGAL, os signatários apelam à solidariedade com o povo PORTUGUÊS e à criação de condições que permitam respostas democráticas e consistentes de uma Europa solidária aos problemas sociais e aos direitos das pessoas.
Nota por adição: Mudadas apenas as maiúsculas , está aberta subscrição a todas as pessoas de boa vontade na crença de que os subscritores do manifesto egrégio irão repetir a assinatura, não se garantindo contudo que alguns deles não sejam responsáveis pela triste situação a que Portugal chegou.
1 comentário:
Peço desculpa mas não resisto a, eu grego:
Todos os dias nos chegam imagens e notícias de PORTUGAL E DO POVO PORTUGUÊS em luta contra o cortejo de sacrifícios que lhe tem sido imposto. É clara, NESTE PAÍS, a crescente fractura entre os cidadãos e o poder político, em torno da invocada necessidade de cada vez maiores sacrifícios para que a dívida seja paga e o défice orçamental reduzido. Acentuam-se a tensão e a violência, tornando ainda mais difícil o diálogo indispensável à procura de soluções mais justas e partilhadas para a situação existente.
Avolumam-se o isolamento e a discriminação DE PORTUGAL, fortemente acentuados pelo discurso dominante dos principais dirigentes europeus e da comunicação social. A preocupação doméstica em sublinhar que “não somos OUTROS” é, no mínimo, chocante no seio da União Europeia, onde mais se esperaria compreensão e solidariedade e, sobretudo, desajustada quando se sabe que a crise não é só PORTUGUESA mas europeia.
Face à agudização das tensões políticas e sociais EM PORTUGAL, os signatários apelam à solidariedade com o povo PORTUGUÊS e à criação de condições que permitam respostas democráticas e consistentes de uma Europa solidária aos problemas sociais e aos direitos das pessoas.
Nota por adição:
Mudadas apenas as maiúsculas , está aberta subscrição a todas as pessoas de boa vontade na crença de que os subscritores do manifesto egrégio irão repetir a assinatura, não se garantindo contudo que alguns deles não sejam responsáveis pela triste situação a que Portugal chegou.
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