16.2.12

Complexos

O meu amigo Medeiros Ferreira exagera manifestamente ao falar numa hipotética "quinta da maioria". Atente-se, por exemplo, na recuperação de um secretário de Estado do último governo Sócrates para um cargo de director-geral. Ou na manutenção em funções de outros tantos ou na renovação dos seus mandatos. Não é pecado ser socialista, comunista, bloquista, verde, amarelo ou nada. Mas também não é pecado ser da maioria ou afim. É que às vezes parece que é.

2 comentários:

Marão disse...

"Deputado que não conhece outro mundo do que o oferecido pela jota partidária". Curto é o mundo que o Snr Dr. Medeiros Ferreira alcança, que não terá reparado nas hostes seniores do seu próprio campeonato, que sem outro trabalho conhecido estiveram no farto repasto em que se banquetearam.
O pessoal das obras ensina. A função pública tarde despertou para a justiça e para equidade. Se a finalidade das mudanças laborais é por toda a gente a ser aviada por igualitária receita não se compreende tanta indignação . Antes não falavam porque se sentiam confortavelmente iguais ou especialmente distinguidos?

Silvério Coutinho disse...

Essa nomeação específica a que se refere (um ex.secretário de Estado para Director-Geral) foi sancionar a política cultural dos 2 governos anteriores. O comunicado do Sr. Secretário de Estado da Cultura é uma ofensa muito grave!
"Ofende os bons quem poupa os maus".