
«Só o tempo dirá se a empresa CTT renovada em 70% do seu capital accionista será um bom negócio para o país, não esquecendo que presta um serviço com uma forte componente social. Ocorrem-me, pelo menos, as seguintes perguntas para as quais ainda não são do domínio público as respostas:
- o que vai acontecer aos 30% do capital pertencente ao Estado.
- quem são os novos accionistas, são investidores de longo prazo (estratégicos?) ou são investidores especulativos.
- qual vai ser o quadro regulatório que o governo vai estabelecer para a prestação do serviço público essencial e universal que é o correio.
- como vai a empresa rendibilizar os activos de que dispõe.»
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