Bruxelas prepara-se para receber mais um daqueles conselhos europeus "decisivos" que tanto sucesso têm prodigalizado, nos últimos anos, no mundo e, sobretudo, na própria Europa. Portugal deve ser mais ousado nestes encontros e exprimir, para lá do acerto da tabuada, um desígnio político. Aliás, é à míngua de um que a Europa do Nobel - tão eloquentemente representada em Oslo por três equívocos chamados Barroso, Rompuy e Schultz - chegou ao ponto a que chegou. E que importa que tenha rapidamente um retorno.

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