No Luxemburgo, o ministro das finanças falou, e bem, em "mitigar" os seus anúncios em matéria fiscal. Logo à cabeça, por exemplo, importa manter a chamada cláusula de salvaguarda no IMI e olhar para as respectivas taxas. Ainda há pouco o FMI da Senhora Lagarde - que é uma coisa diferente do FMI de Strauss Kahn - confessou-se pessimista e errático em cálculos relativos aos impactos de medidas de austeridade na economia. Ao contrário da crítica de arte, a tentativa e o erro, nestas matérias, são perigosos. E nunca há bom vento para quem não conhece o seu porto.
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