
Com o Presidente francês. Não há, para nós, alternativa à austeridade mas há alternativas dentro da austeridade. Já tinha escrito isto mas parece que é preciso escrever uma e outra vez. "Não há alternativa à austeridade como insinuam os sonsos e os prosélitos. O que existe é alternativas "na" austeridade que não esmaguem a economia e que, simultaneamente, favoreçam os "negócios", domésticos ou estrangeiros, de meia dúzia de peralvilhos com ou sem rosto definido. E a despesa pública tem já pouca ou nenhuma margem social para continuar a ser "cortada" quase fundamentalmente à base das pessoas. A coligação no Governo tem de "crescer" para a nação (para a não perder) e não enredar-se em solipsismos mesquinhos e em tacticismos caprichistas de carácter paroquial que só interessam aos parasitas das crises."
3 comentários:
Já reparou que quando um jornalista tem a veleidade de perguntar "o que sugere então?" aos defensores dos outros caminhos eles fazem um sorriso amarelo, incluindo Ferreira Leite e Bagão Félix ?
Há alternativas. Tanto para os gregos como para os espanhóis e para os portugueses, "que estão a pagar caro os desregramentos cometidos por outros".
O homem está cheio de razão: gregos, espanhóis e tugas são apenas, coitaditos, vítimas dos outros.
Ao poupar os autarcas, suas infindáveis rotundas e pavilhões desportivos megalómanos, empresazinhas e outra gracinhas, o Governo está provavelmente a perder mais intenções de voto do que pensa. Nem todos os cidadãos são manipuláveis pelo caciquismo local Quanto às Fundações e às PPP, embora já se saúde alguma coisa, sabe ainda a pouco. E também seria interessante generalizar o uso de "Clios" e, porque não, de bicicletas entre os nossos dignos representantes. Aposto que "o Álvaro" não se importaria de dar o exemplo, pois logo de início demonstrou dispensar mordomias e salamaleques.
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