Mitterrand escrevia a propósito de morte de Malraux, em Novembro de 1976. Quantas vezes, porém, pensamos isto de tanta gente viva e não o formulamos com a elegância do antigo presidente francês? «Pertencia às cercanias, à paisagem da nossa vida. Como uma luz na casa fronteiriça e que se apaga, assim um pouco mais de sombra ocupará o espaço e o tempo diante de nós", em tudo semelhante à "fulgurância que atribuímos aos astros mortos e que continuam a iluminar a nossa noite".
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