28.6.12

Um episódio da história de Portugal



«E agora? Voltam a casa. O ‘autocarro’ fará a última viagem. Os heróis vencidos receberão palmas de ouro no regresso a Portugal, o eterno perdedor que comemora as suas derrotas, do Ultimatum de 1890 à batalha La Lys em 1918, do Mundial de 1966 ao Euro’2004.»




Cintra Torres, CM

9 comentários:

Vasco disse...

Há sempre um palhaço. Ou dois.

Ricardo Monteiro disse...

Mais um pseudo intelectualzinho anti-Portugal ou então uma opinião chocante para ter page views e comentários, como substituto da verdade. Será que alguma vez deixaremos de ser assim?

João Gonçalves disse...

Ou 3 ou mais.

observador disse...

Desde Alcácer Quibir, que lidamos mui mal com os nossos, na situação de derrotados.

Na altura terminámos perfeitamente dependentes e metidos, como carne para canhão, em negócios que nos eram estranhos.

O que é certo, é que os derrotados & regreçados, juntamente com os lá ficados, foram os que deram e levaram, sofrendo com isso, pelos que não foram.

Daí também não sabermos tratar condignamente os regreçados vitoriosos.

E menos ainda, respeitar e valorizar o trabalho de habilidade e estudo, seja dum jogador da bola, seja dum músico, que nos representam cá e lá fora.

FG disse...

Calma, foi só um torneio de futebol. Noto alguma contradição nestes cavalheiros que ao mesmo tempo que negam uma determinada coisa, a utilizam para projectar fícticos caracteres nacionais. E, pior, fazem recurso a outra autoridade analítica fictícia: a história. Dá para provar tudo e o seu contrário. Enfim... Fala-se demais, escreve-se demais, pensa-se de menos.

Aladdin Sane disse...

Há pouco pensava: e se fizessem o mesmo aos políticos derrotados nas eleições?
Bom, por vezes fazem-no, mas após um nojo de alguns anos.

Ricardo Monteiro (comentário acima): EU ADORO-VOS!

José Ferreira disse...

Sr. Observador

.... regreçados !!! ... Deve observar melhor aquilo que escreve .

S.Guimarães disse...

O mal deste país, não são as derrotas do futebol, porque há três resultados possíveis.
O mal é a dimensão que as pessoas lhe dão. Tal facto dever-se-à também em larga medida,
ao escape emocional que os problemas provocam nas pessoas. De resto a trilogia do Estado Novo continuará" Ad eternum ": Fátima, Fado e Futebol.
S. Guimarães

observador disse...

Acrescentar um neologismo, mesmo de gosto duvidoso, é sempre bom.
Pode ser que pegue.
Sendo assim, para quê usar aspas?