
A mulher é lindíssima e amplamente charmosa. Como lhe compete, não suporta a antecessora na vida afectiva do companheiro. Sucede que o companheiro - que termo mais horroroso herdado dos partidos comunistas em que são todos "companheiras" e "companheiros" em vez de mulheres, maridos ou amantes - é o Presidente da França e a antecessora, a infeliz Ségolène Royal, quer presidir à Assembleia Nacional, quem sabe, para seguir o exemplo da nossa Dra. Assunção apesar de, em França, o cargo corresponder protocolarmente ao quarto lugar da hierarquia do Estado. Ségolène fez de paraquedista numa circunscrição, La Rochelle, que nunca foi a dela e passou pela humilhação de o candidato local do PS (que o era há anos) a ter colocado em "ballotage" o que para uma aspirante a presidente da AN é um péssimo prenúncio. Hollande apoia a ex-mulher e a actual o senhor do PS local. Parafraseando um dito popular por forma a não chocar os leitores, as mulheres em sendo muitas tiram o ganho umas às outras. Como escreve Júlio de Magalhães no seu blogue, «apetece dizer: "Antes levassem homens".»
3 comentários:
Tem toda a razão JG
Ainda bem que os conceitos de beleza são arbitrários. Esta mulher tem allure de tonta, trepadora. Vem de uma Família de parcos recursos, no entanto poderia ter-se limado um bocadinho, é jornalista no Match, há por aí tanto manual. Bom isto também diz da qualidade do seu "companheiro". Deveria a criatura de abster-se oficialmente na vida da França. Quem dorme ou dormiu no Eliseu dava um bom livro! Mas os Franceses "haute couture" estavam desesperados coma dita já antes das eleições. Bom e pensar que fizeram tudo para DSK ser Presidemnte sabendo que era um homem tarado e doente..........., isto diz tudo da política socialista francesa. Este vaudeville era esperado.
Maria, "família de parcos recursos", os Massonneau ? A menos que fossem banqueiros...falidos!
Essa conversa do chácha-branqueador do pedigree de fulanos e fulanas de gauche ", deveria ter limites. Se o sr . Hollande teve um pai demasiadamente pró-Vichy , a sra. Valerie Massonneau - o nome que soa a canídeo pertence ao ex-marido, mas soa bem - nunca foi a "pobrezinha da Sé" que uma certa imprensa ao estilo balsemeiro quer fazer crer. Nunca. Basta-nos olhar para a senhora e aí temos uma perfeita blondasse du Seizième como tantas outras. A Paris Match também nunca foi uma espécie de Avante! lá do sítio. Nada de errado ou vergonha há em ser-se burguês, mas daí à cretina tendência para o reescrever de biografias e retocar fotos, vai uma grande distância.
Vivemos num mundo em que se mudam os nomes às coisas por estranho e rançoso pudor de "classe", remetendo-nos de imediato para aquela inexistente "superioridade moral" tão evocada por Cunhal. As "amigas, camaradas e companheiras" dos tipos da direita, continuam a ser namoradas, amantes ou nalguns casos, apontadas como putas. Lembra-se do pudibundo Mário Soares de 1980, exautorando Sá Carneiro pela "sua concubina"? Foi isso mesmo que na noite da vitória de Hollande uma jornalista teve a ousadia de insinuar, informando o mundo acerca da súbita paixão de Bruni "pelo Presidente da França", enquanto a Massonneau se "perdia de amores" - pois, parece impossível mas é verdade - por um coitadito de um homem- que fazia a sua "travessia no deserto". Como se a riquíssima Bruni precisasse do dinheiro de Sarkozy para coisa alguma! Quanto às "amigas, companheiras e camaradas" dos de gauche ", essas ficam-se nesse estatuto aparte e atingem o patamar onde o odor a santidade, mesmo ligeiramente carregado de Chanel nº5 e hálito a tresandar a repasto na Tour d'Argent, as eleva ao firmamento da decência. Ora bolas...
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