
Mário Soares regressou de um merecido descanso e de um ainda mais sensato silêncio para passar, com a gentileza que sempre se lhe reconheceu, atestados de ignorância e de idiotia (ao governo) e para exigir demissões sumárias (do governo e de Seguro). O dr. Soares, como lembrou Pulido Valente noutra ocasião, "possui a cabeça de um governador civil do Sr. Dr. Afonso Costa" (agora, actualizo livremente, do Sr. Dr. António Costa) e "depois de Jaurès não aprendeu nada, nem esqueceu nada. Na realidade, "há quase um século que não lhe entra uma ideia na cabeça, como coisa distinta das trivialidades piedosas para uso oratório, que ele adapta à variável inclinação dos tempos". E que não atrapalham nem o governo - ao governo basta as suas próprias trapalhadas e a frieza suicidária de Passos Coelho - nem Seguro que está por conta da realidade. Outra coisa que Soares, nestes momentos de banda desenhada, impede de entrar na sua gloriosa imaginação de "dono disto tudo".
3 comentários:
O pior é a cambada de imbecis que continua a sustentar as suas baboseiras.
Toda a gente acha normal que um homem que já m*** para as botas, mande ao actual secretário-geral do PS que se vá embora, só porque os manda-chuvas socialistas querem. É neste partido que os portugueses confiam? Um partido que levou o país à bancarrota duas vezes em 40 anos. Um partido em que os (verdadeiros) candidatos a primeiro-ministro são muito finos para fazerem uma legislatura de oposição, aparecendo seis meses antes das eleições para não perderem muito tempo no Parlamento, e vão enriquecendo nas autarquias e nos negócios antes de irem para São Bento enriquecer ainda mais.
Eu farto-me de rir com o Seguro, porque em vez de se ir embora quando os outros queriam, trocou-lhes as voltas, e assim ficou claro para o país o que move o Costa e a sua pandilha. Por isso é que os xuxas não perdoam ao Seguro, porque isto era suporto ser um passeio para o Costa, com os consultores de imagem a fazer dele o novo "menino de ouro" do "pi-esse". Só por isso, obrigado Tó Zé!
Como já disse noutro sítio, parece uma versão II (em formato mais medíocre) do que aconteceu com Salazar após a queda da cadeira.
Uma tristeza que a família não o proteja dos abutres da comunicação social.
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